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Conhecimento, memória olfativa e paladar apurado na escolha de um bom vinho

Entender sobre vinhos começa com a leitura cuidadosa do rótulo. O nome do produtor, a uva, a safra, a procedência e o teor alcoólico são informações privilegiadas que definem a qualidade do vinho. Mas no universo que permeia a bebida existem ressalvas. Vinhos de algumas procedências, como a França, o nome da uva não é informada no rótulo. Em países do Velho Continente, não se menciona o nome da fruta, pois na legislação local só é permitido determinadas uvas. Por exemplo, na Borgona, na França todos os vinhos tintos são feitos da uva Pinot Noir e todos os brancos dessa região são elaborados com a uva Chardonnay.

Para começar a entender sobre o assunto, é muito importante saber que o vinho é resultado da fermentação alcoólica de uvas. Alguns são fermentados em tonéis de aço, outros de cimento ou em barricas de carvalho. Quando se afirma que um vinho tem meses de barrica, quer dizer que antes de ser engarrafado, teve um estágioem barrica. Ouseja, ficou armazenado em barricas de carvalho durante esse tempo, para conseguir uma maior complexidade. É válido também saber diferenciar pelo nome da uva, se é branca ou tinta. O mais importante é provar, ou seja, participar de degustações para ficar mais familiarizado com o universo dos vinhos, aguçando o paladar e adquirindo novas informações. Ler sobre o assunto e provar sempre vinhos diferentes gera o verdadeiro conhecimento.

Além disso, existem vinhos para todos os paladares e bolsos. A máxima que quanto mais velho e mais caro, melhor é o sabor - só é válido para grandes vinhos de guarda. Existem vinhos que são elaborados para consumo imediato, no máximo em cinco anos e outros que devem atingir sua plenitude, em até 50 anos.

E a cor da bebida pode definir a sua origem. Um tinto jovem deve apresentar uma cor mais forte, um vermelho ruby intenso, enquanto um tinto de guarda, em torno de 15 anos, deve revelar um vermelho mais para o tijolo. Depois se deve perceber o aroma do vinho para saber se ele está deteriorado ou não. Os apreciadores identificam os aromas, buscando sua memória olfativa. Ao mexer a taça, todos os aromas se abrem, com mais nitidez. E por fim o vinho deve ser satisfatoriamente degustado.

 



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